Você já se fez esta pergunta: “Será que posso lavar essa peça?” A resposta é simples: “Sim, você pode lavar suas peças intimas”. Para manter as peças delicadas protegidas ai vão algumas dicas>
Em primeiro lugar: Leia a etiqueta
A etiqueta é um lembrete de como cuidar da lingerie. Quando você presta atenção nesses detalhes, reduz o risco de danificar essas peças especiais. Não se esqueça de lavar as peças delicadas separadamente dos tecidos mais pesados e resistentes.
Use sacos de proteção
O ciclo de centrifugação pode ser complicado para roupas delicadas, por isso, como uma proteção adicional, coloque-as em um saco protetor para evitar que elas se movimentem demais.
saco de proteção
Ajude a proteger seus tecidos com amaciante
O uso do amaciante ajudará a proteger as fibras contra danos na lavagem.
Seque os sutiãs no varal
Quando os sutiãs secam naturalmente, permanecem novos por mais tempo. Pendure-os pelo centro para ajudar a manter o formato original.
Nós nos focamos bastante na confecção de nossas peças, sobre as quais são depositadas horas de trabalho duro que ninguém imaginaria o quão difícil é fazer, por menor que seja, uma peça. As dificuldades já começam quando estamos aprendendo a fazer qualquer coisa relacionada ao universo da costura, ou seja, algo que em principio é difícil, mas após a prática fica algo fácil e até divertido para se fazer. Além dessas dificuldades encontradas, o dinheiro que investimos faz com que queiremos ganhar de volta e, de preferência, com lucro. Contudo, muitos não sabem como fazer isso, usando boca a boca para vender. Mas existe algo, que é mais simples e prático, para se vender os seus produtos: ir a eventos e levá-los. Atualmente, existem várias feiras e eventos que são feitos para pessoas como você, jovem empreendedor que faz os seus próprios produtos em casa ter um espaço onde se possa realizar vendas de forma mais prática e tranquila. Abaixo, iremos apontar algumas informações que possam te convencer de que ir a eventos é a melhor forma de se vender seus produtos.
1- Contato direto com o consumidor Sabemos que apenas nós conhecemos de forma ideal o nosso produto, mesmo que você possa explicar para outra pessoa, que possua familiaridade em vendas, o fato é que não saberá explicar melhor que você como o produto pode ser bom para esse possível consumidor. Mesmo com a sua falta de experiência em vendas, o contato entre o produtor e o cliente é algo que acaba passando por cima dessa barreira. Essa aproximação fará que haja uma interação, que existe apenas na visita em casa e pequenos comércios, mas com uma grande melhoria: o público que se consegue atingir é bem maior que nesses casos já citados. 2- Conseguir levar mais produtos para exposição Outro atrativo é o espaço que é designado para você. Quando se faz um contato que seja mais informal de vendas de produtos, o número de peças que podemos carregar é muito pequeno, mesmo tendo um veiculo próprio, não será possível levar vários produtos quanto seriam possíveis em um evento especifico de vendas. O espaço que é designado é algo que não se compara com essa venda informal, a possibilidade de se levar mais produtos e conseguir aumentar as vendas é alta, pois com mais produtos à disposição no evento, a lucratividade será muito ampliada, com toda a certeza. 3- Fazer produtos na hora Essa opção é um pouco arriscada, mas é interessante igualmente. Com esse espaço que ganhamos junto ao público de um evento será possível mostrar como as nossas produções são feitas, ao vivo, mostrando assim pessoalmente a qualidade dos nossos produtos. Como 4- Nosso produto está sendo cuidado Outra vantagem é a que saberemos como o nosso produto está sendo cuidado; com isso, teremos a noção de como a nossa querida produção está sendo entregue ao consumidor, podendo assim criar uma simpatia que pode gerar até novas compras futuras, pela assiduidade de clientes fidelizados por nosso atendimento e a qualidade de nossos produtos manufaturados.
Bom é isso aí, queremos ouvir sua opinião e também seus comentários.
Na verdade o melhor jeito, e o mais indicado, é voltar para os modos de antigamente e botar a mão na massa. É isso mesmo, você vai ter que pegar sua cueca que está suja e ir lavá-la na pia do banheiro ou no tanque.
O que você não deve usar é a máquina de lavar, pois ela geralmente acaba estragando o elástico da cueca e, em alguns casos, até danificando o tecido.
Na hora de lavar sua cueca, use sabão de coco ou algum outro que seja mais puro (sem cremosidade, cores e produtos químicos). Esfregue bastante com as mãos (somente com as mãos, não use escova de forma alguma), enxague bem e coloque para secar no varal. Nada de colocar em máquina de secar ou de deixar no banheiro secando, pois é um lugar muito úmido e que não bate muito vento (podendo ficar com o cheiro ruim).
OBS: Se você costuma usar sabonetes mais puros no seu banho, você pode fazer – assim como eu – a lavagem das suas cuecas durante o banho mesmo. Fica bem mais prático e começa a fazer parte do seu hábito diário
O livro, como sempre, é melhor, mas quem aí já teve tempo de assistir à nova série original da Netflix e que vem dividindo opiniões? Girlboss, estrelada pela azarada Britt Robertson (Tomorrowland/The Secret Circle), conta a história de um dos maiores impérios do e-commerce fashion do mundo e sobre a vida de Sophia Amoruso, proprietária do site, que já esteve envolvida em furtos, comeu sobras de restaurantes em lixeiras e foi desacreditada por todos os homens ao seu redor.
A adaptação de ‘Girlboss’ é uma caricatura da obra original
Essa mesma história feminista é contada no livro homônimo de Amoruso. Na obra, vem em formato cômico, carismático, convidativo, colorido e, por diversas vezes, inteligente. Ao mesmo tempo, a séria é irritante, infantilóide e um tanto quanto abobalhada. Momentos fortes perdem espaço e são ofuscados pela tentativa irritante de dar um tom bem humorado a uma protagonista que tinha muito mais a oferecer.
Mesmo advertidos pela informação de “interpretação livre” dada logo no início dos episódios, os espectadores esperam muito mais do que uma série de reflexões sobre a triste vida da menina que se recusou a voltar para a casa do pai. Amoruso é mais do que uma série de diálogos divertidos com RuPaul. É mais do que uma menina chatinha com um relacionamento moderninho com um baterista. Mais do que uma garotinha sagaz e de língua rápida que se acha boa demais para a mediocridade. E, com certeza, mais do que as conversas que beiram o idiotismo, travadas com sua melhor amiga.
Você conseguiria viver usando apenas 33 peças de roupas? è isto que propões o minimalista Alexandre Meireles.
Alexandre Meirelles trabalha em uma das áreas do desenvolvimento pessoal que mais me desperta interesse: relacionamentos e dinâmicas sociais.
Ainda não tive a oportunidade de estudar e aprender sob o comando dele e da equipe da Social Arts, mas penso que é apenas questão de tempo até que isso aconteça.
Nas últimas semanas começamos a conversar sobre o Project 333, um desafio minimalista que convida os interessados a vestirem-se usando, no máximo, 33 itens a cada período de 3 meses.
Visando apresentar aos participantes do desafio “Ter uma vida minimalista” as experiências pessoais de alguém que seguramente já entendeu que “menos é melhor”, veremos a entrevista de Alexandre Meirelles, que forneceu respostas ricas e insights bem interessantes sobre a filosofia e a prática diária de uma vida minimalista.
Viver com menos é realmente mais fácil do que nós imaginamos?
Com certeza, mas requer adaptação. Menos é melhor. Meu insight minimalista foi quando eu comprei um Kindle (leitor digital de ebooks) e reduzi toda minha biblioteca a menos de 300g. Agora possuo por volta de 400 livros no bolso de trás dos meus jeans.
Vivemos numa sociedade consumista, que valoriza a aquisição de bens como forma de felicidade e definição do seu valor e de quem você é. Viver com menos é viver melhor, elimina todo o excesso da sua vida e lhe permite focar realmente no que é essencial, seja no campo pessoal ou no campo profissional.
Quer começar devagar? Elimine uma coisa que não é essencial para a sua vida todo dia. No final de um ano, serão 365 itens inúteis fora de sua vida.
O que o motivou a aceitar esse desafio de minimalismo? Você possui alguma idéia de quantos itens compunham o seu guarda-roupa e o seu conjunto de acessórios antes do seu início com o Project 333?
“Quanto mais coisas você tem, mais terá com o que se preocupar.” Buda
Alexandre Meirelles, sempre confrontando o status quo.
Eu sempre estou confrontando o status quo, o estado atual das coisas. Aos 28 descobri que o objetivo da vida é evoluir, contribuir para outras pessoas e, assim, tornar sua breve passagem neste mundo significativa.
Meu armário devia possuir mais de 200 itens, mas não me livrei deles de imediato. Empacotei o restante em caixas. O processo foi jogar todo conteúdo de todos meus armários e devolver apenas 33 itens para dentro. Era uma experiência para erradicar uma crença minha e ir contra todo um condicionamento social imposto.
Há quanto tempo você iniciou esse desafio e como tem sido essa experiência?
Foi uma experiência marcante. Uma prova de que eu não sou as roupas que eu visto. Você elimina o paradoxo da escolha.
“A escolha nos tornou menos livres e mais paralisados, mais insatisfeitos em vez de mais felizes. A calça que você comprou há duas semanas ainda está te fazendo feliz? O paradoxo está em que a diversidade de opções pode produzir não a liberdade, mas a paralisia.” Alexandre Meirelles
O 33 itens são uma lição: faça e aprenda na prática. Depois disso, se necessitar, traga mais alguns outros itens para sua vida, não é uma regra engessada. A experiência adquirida em possuir 33 itens vai lhe proporcionar uma estado de consciência que vai sempre julgar o que é necessário e o que é supérfluo em sua vida.
Estou neste desafio há mais de 6 meses e, confesso, não vivo com 33 itens, expandi para 40 e é disso que eu preciso.
Eu imagino que, para alguém que possua uma vida social bastante ativa, dispor de apenas 33 itens para vestir-se pode ser algo bem desafiador. Penso que manter as roupas limpas e prontas para uso quando se está fora de casa por muito tempo e por dias seguidos pode ser “logisticamente” complicado. Qual a estratégia para manter esses poucos itens (especialmente as roupas) sempre em condições de uso?
Meu trabalho exige flexibilidade da minha pessoa. Trabalho com coaching pessoal na empresa Social Arts, desenvolvendo o potencial de outros homens no ramo de relacionamentos, dinâmicas sociais e desenvolvimento pessoal ministrando treinamentos em todo o Brasil. Não há espaço para frescuras (risos).
O foco realmente está em qualidade e não em quantidade.
O segredo na manutenção de roupas limpas está nas peças coringas. Jeans não sujam facilmente e dois jeans resolvem para um mês pra mim. Usar algumas roupas que não necessitem passar e sequem rápido, as quais podem ser lavadas numa lavanderia de hotel, numa pia ou mesmo no box na hora do banho, como camisetas de dry-fit, camisas que fiquem bem amassadas, cuecas, meias etc.
Há também de se usar o bom senso. Há pessoas que vestem uma roupa, vão até a esquina, voltam e colocam determinada peça para lavar. Coloque para lavar suas roupas quando realmente estiverem sujas, assim você também contribui para o meio ambiente economizando água. Hotéis já aderiram a esta conscientização sugerindo que os hóspedes reutilizem as toalhas em suas estadias.
Quais os itens escolhidos e qual o raciocínio por trás do processo de escolha?
Jeans estonados e camisas xadrezas são minhas marcas pessoais, porém, a cada ano substituo tais peças, doando as antigas.
O projeto 333 consiste em usar somente 33 peças de roupas, calçados e acessórios por 3 meses. Roupas íntimas, roupas para fazer atividade física e roupa de dormir/ficar em casa não contam.
A ideia por trás do projeto 333 é realmente ter um armário mais minimalista/simples e uma vida menos focada em acumular ou se preocupar tanto com coisas (neste caso, roupas). Como o que eu venho tentando fazer é simplificar, minimalizar e apreciar mais a minha vida, nada me parece mais adequado que simplificar também a forma com que me visto e criar o hábito de comprar e possuir menos itens.
Eis minha lista de 33 itens:
(3) Vestimenta Social – calça, blazer e cinto
(3) Jeans
(6) Camisetas
(5) Camisas trabalho
(4) Camisas balada
(2) Bermudas
(1) Óculos escuros
(3) Calçados – 1 sapato e 2 tênis
(1) Cinto marrom
(2) Relógio de pulso e Anel
(3) Casacos – Jaqueta couro e 2 tactel)
Os 33 itens do guarda-roupa minimalista do Alexandre.
Quais as últimas considerações para os leitores do Mude.nu interessados em viver uma vida mais minimalista?
Eu sempre me pego, de tempos em tempos, me questionando: do que eu realmente preciso neste século XXI? Minha carteira, um smartphone, um notebook, algumas roupas… e de experiências significativas!
Minimalismo não é só sobre os itens que você possui, é todo um estilo de vida que se expande para ter melhores relacionamentos, melhores atividades, melhores opções etc. Enfim, melhores escolhas.
“Foque a sua vida em ‘ser’, ‘fazer’ e ‘compartilhar’. Depois de um certo grau evolutivo, o ‘ter’ se torna efêmero. Acredite em mim…” Alexandre Meirelles
Já reparou que muitas vezes, apesar de ter um armário cheio de roupas e calçados, na correria você acaba sempre usando a mesma combinação? Acredite, isso é normal!
Segundo um estudo britânico, encomendado por um site de consultoria de estilo, os homens tendem a usar apenas 13% de todo o seu guarda-roupa!
O estudo foi realizado com mais de mil adultos britânicos e constatou que os homens gastam anualmente mais do que as mulheres em novas peças (roupas, calçados e acessórios), porém acabam deixando de usar a maioria dessas aquisições.
Um fator que leva a isso é a compra por impulso, que muitas vezes é muito grande na maioria dos homens que saem para comprar, e a falta de confiança para criar novos looks. Geralmente os homens acabam optando pelas combinações que já estão acostumados, principalmente quando têm pouco tempo para se arrumar.